Um espaço de estudo eco-desorientado
Uma escola para aprender com fantasmas e feridas
Olhar casulos e ler vegetais
Escrever com a boca
Protestar e levitar
Agregando a confluência de saberes multi-disciplinares que a plataforma Terra Batida tem vindo a praticar ao longo dos últimos anos, CICATRIZ — Escola Terra Batida conjuga práticas e poéticas para inspirar formas coletivas de resistência e concílio com um mundo em transformação.
Neste espaço de estudo coletivo atento às cicatrizes que resultam de feridas históricas estruturais e/ou que documentam cooperações interespécies, o grupo de participantes é convidado a tomar parte em atividades de reflexão, prática e fruição que tecem novos gestos e sensorialidades para interagir com o que nos rodeia. Cruzando os saberes do corpo com as perspetivas abordadas pela interseccionalidade das humanidades ambientais, CICATRIZ — Escola Terra Batida propõe novos modos de coabitação crítica, inspirados na colaboração solidária entre diferentes modos viventes.
A primeira edição do programa, com curadoria de Ritó Natálio e Margarida Mendes, decorreu entre 13 e 19 de setembro de 2025 no Espaço Parasita, com a participação de Olivier Marboeuf, coletivo Landra, Karen Shiratori, Margarida Mendes, Joana Levi, Amador Alina Folini, PROTESTO EXISTENCIAL (Silvio Lang, Quillen Mut, Ritó Natálio, Amador Alina Folini), Ritó Natálio e AFRONTOSAS.