PRIMEIRA VEZ CABARET

Primeira Vez Cabaret é uma criação de Ana Rita Teodoro e Connor James Scott. Ambos bailarines contemporâneos com experiência remota no mundo do entretenimento – Ana Rita ligada ao circo e ao clown via a sua formação no Chapitô, e Connor, dançarine de Danças de Salão desde os 4 anos – pretendem com a criação deste cabaret criar um espaço de convívio, entretenimento e experimentação na relação estreita entre artistas e público. Uma atividade continuada no biénio, a acontecer no Espaço Parasita, com 4 cabarets previstos para cada ano e outros 4 com datas a definir para 2026. 

Edições:
#1 – 
23 Fev 2025
com performances de Bruno Brandolino, Daniel Pizamiglio, Tânia Carvalho, David Marques & Nuno Pinheiro
#2 – 15 Jun 2025
com performances de Adriano Vicente, Inés Sybille Vooduness, Katarina Lanier, Márcia Lança, Sara Anjo e Vi Lattaque
#3 – 21 Set 2025
com performances de Diego Olea, Inês Zinho Pinheiro & Moss Kissing, Natacha Campos e Teresa Silva
#4 – 14 Dez 2025
com performances de Joana Rosa, Julia Dominguez, Luis Guerra, Mariana Camacho e REZMORAH

Inspirado no Cabaret Voltaire (Zurique) e nos Sunday Shows da Bomba Suicida (Lisboa), o Primeira Vez Cabaret apresenta números inéditos de até 8 minutos, criados especialmente para a ocasião. A cada edição, 5 artistas são convidades, com Connor e Ana Rita como anfitriões ou dramaturgos, também propondo números. A estrutura alterna entre apresentações e momentos de convívio, que funcionam como intervalos e tempo de preparação. Não há busca por equilíbrio entre disciplinas – dança, teatro, música, performance, circo –, valorizando a mistura e os encontros inesperados. Cada artista aceita o desafio de apresentar algo novo, em um formato que permite improviso, escolhas instintivas e uma relação direta com o público.

Ana Rita e Connor criaram o Primeira Vez Cabaret como um espaço de liberdade e espontaneidade, inspirado na intimidade entre amigues e na criação em tempo real. Com poucos ensaios e foco na improvisação, o projeto aposta numa estética “homemade” e “low cost”, onde o performer se apresenta sem os recursos típicos do teatro. Es artistas são convidades a reciclar e recriar materiais esquecidos – roupas, falas, músicas, gestos –, dando novo valor ao que foi deixado para trás. Essa prática incentiva a retomada de ideias antes consideradas “tolas” ou inapropriadas. O cabaret valoriza a performatividade queer, a alteridade e a construção de comunidades informais, promovendo encontros e comportamentos fora das normas convencionais.

Foto de Violeta Mora
Foto de Violeta Mora
Foto de Violeta Mora
Foto de Violeta Mora
Foto de Violeta Mora
Foto de Violeta Mora
IMG 3306
Foto de Laura Salerno
IMG 3251
Foto de Laura Salerno
IMG 3252
Foto de Laura Salerno
IMG 3220
Foto de Laura Salerno

⌂ FICHA TÉCNICA

: